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A civilização maia das terras baixas floresceu por quase 2.500 anos, começando por volta de 1000 a.C. e terminando com a chegada dos europeus no século 16 d.C. Os antigos maias, cuja extensão abrangia o que é hoje o sul do México, Guatemala e Belize, eram conhecidos por sua arquitetura, arte, escrita, astronomia e matemática sofisticadas. Em seu auge, essa civilização havia se espalhado por um território de 95 mil quilômetros quadrados, com grande parte disso sendo de terras úmidas. Atualmente, uma parte considerável desse território é obscurecida pela floresta tropical, que é difícil de se explorar a pé. Como resultado, existem algumas lacunas na nossa compreensão das antigas sociedades maias. E é aí que o LIDAR pode ajudar. Essa técnica de levantamento aéreo funciona ao emitir luz laser pulsada sobre uma área alvo, medindo a luz refletida com um sensor. O LIDAR produz uma visão tridimensional de alta resolução da área abaixo, revelando, como nesse caso, características de superfície inéditas.

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Uma versão acelerada da tradicional tomografia computadorizada mostra que é possível obter imagens em escala microscópica de antigas múmias egípcias, revelando características anteriormente despercebidas como vasos sanguíneos e nervos. O raio-x não destrutivo e as imagens de tomografia computadorizada são um benefício para cientistas, médicos e profissionais de saúde, mas eles também são uma ferramenta indispensável para arqueólogos que buscam não mexer com os restos antigos mais do que o necessário.

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